quinta-feira, 17 de junho de 2010

Conceitos básicos em amamentação...

... mas de extrema importância!

Há muitas recomendações a fazer à (futura) mamãe quando o assunto é cuidado com o bebê, mas, talvez, a amamentação seja a mais especial de todas, já que esse é um momento de nutrição física e emocional.

Amamentar é uma prática fisiológica e que, teoricamente, não precisa ser ensinada, mas em alguns casos, são necessários ajustes e até correções da prática que se inicia. O importante é sempre ter em mente que esse leite é o alimento mais indicado e completo para o bebê e só deve ser substituído em casos especiais.

O leite materno é o alimento perfeito para o recém nascido desde o seu nascimento até o sexto mês de vida, sem necessidade de complementação. É ele quem garante a oferta de nutrientes e agentes responsáveis pelo fortalecimento do sistema imunológico do bebê em concentrações ideais e está adaptado à imaturidade do seu sistema digestivo.

A mama é uma perfeita fábrica de produção de leite, com absoluto controle entre a demanda e a oferta, capaz de armazenar e secretar a quantidade de leite necessária para cada fase do aleitamento.

A secreção do leite obedece a um conjunto de fatores e reflexos que dependem da tríade mãe- bebê-ambiente. Logo após o parto acontece uma mudança extraordinária no padrão hormonal da mulher, diminuindo rapidamente os níveis de estrógeno e progesterona, acompanhando de uma elevação súbita nos níveis de prolactina e, posteriormente, a ocitocina.

O recém nascido deve receber leite materno, preferencialmente, até 3 horas após o parto para que o colostro seja aproveitado e garanta a transferência de imunoglobulinas presentes em grande quantidade nesse “primeiro leite”.

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