segunda-feira, 7 de junho de 2010

Cuidados com a alimentação

"... A mãe nutre seu filho mesmo antes do nascimento dele. Além disso, transfere hábitos alimentares para seu bebê em crescimento, que, por sua vez, vai passá-los para a próxima geração como herança."
A idéia deste capítulo é orientar a gestante para que ela seja saudável e esteticamente satisfeita.
Todos os cuidados em relação ao bom andamento da gestação, como controle pré-natal, exames, etc, não terão justificativa, se, em primeiro lugar, não for adotada uma alimentação saudável.
As necessidades nutricionais da mulher modificam-se nesse período, passando a gestante a requerer maior quantidade de calorias e nutrientes específicos como, por exemplo, aumento da ingestão de ferro (mineral) e vitamina A.
A prevalência de anemia (falta de ferro no sangue) é alta na gestação, e dentre as causas que se destacam estão: a baixa ingestão dietética e o não conhecimento de como esse mineral poderia ser melhor absorvido quando ingerido. A anemia por deficiência de ferro está associada à diminuição da capacidade de trabalho e de concentração, à baixa resistência, às infecções, ao aumento da incidência de hemorragias, ao parto prematuro e ao baixo peso do bebê.
A falta de vitamina A compromete a gestação, pois esta é indispensável ao crescimento fetal normal, constitui reserva no fígado do feto e contribui para o crescimento tecidual materno (placenta, mamas, etc).
Os cuidados com a nutrição no pré-natal são importantes, pois permitem identificar precocemente as gestantes com alimentação inadequada, e intervir através de orientação nutricional individualizada. No geral, as grávidas devem aumentar as calorias ingeridas progressivamente no decorrer da gestação e incluir alimentos importantes para um resultado obstétrico desejado (bom peso ao nascer, idade gestacional adequada, ausência de patologias na gestação).
Dentre eles estão os carboidratos, as proteínas e as gorduras. Seguem alguns exemplos que justificam esse aumento:
O feto necessita de consumo contínuo de glicose para seu crescimento, e, com isso há uma diminuição fisiológica nos níveis de glicemia materna, o que, por si só, justifica um aumento de carboidratos na dieta.
Para o fornecimento de glicose para o consumo do feto e para o próprio sistema nervoso materno ocorrem ajustes no metabolismo de gordura da gestante. Parte desta gordura é retirada de seus próprios depósitos para fornecer energia.
Os níveis sangüíneos de proteína (aminoácidos) são menores na gestação, e tanto esses aminoácidos como a energia são indispensáveis para a formação dos tecidos do feto e das estruturas maternas.

Confira o artigo na íntegra:
http://www.gravidafeliz.com.br/cuidados_com_a_alimentacao.html

Fonte: Grávida Feliz (Portal informativo do Centro de Reprodução Humana do IPGO).

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