segunda-feira, 1 de agosto de 2011

01/08 - Dia mundial da Amamentação

No dia 01/08 comemora-se o dia mundial da Amamentação.
A data foi criada a fim de promover o exercício da amamentação natural, com o objetivo de combater a desnutrição infantil, além de possibilitar a criação de bancos de leite para crianças que não têm condições de serem amamentadas por suas mães. 
Fonte: Brasil Escola.


Há muitas recomendações a fazer à (futura) mamãe quando o assunto é cuidado com o bebê, mas, talvez, a amamentação seja a mais especial de todas, já que esse é um momento de nutrição física e emocional.
Amamentar é uma prática fisiológica e que, teoricamente, não precisa ser ensinada, mas em alguns casos, são necessários ajustes e até correções da prática que se inicia. O importante é sempre ter em mente que esse leite é o alimento mais indicado e completo para o bebê e só deve ser substituído em casos especiais.
O leite materno é o alimento perfeito para o recém nascido desde o seu nascimento até o sexto mês de vida, sem necessidade de complementação. É ele quem garante a oferta de nutrientes e agentes responsáveis pelo fortalecimento do sistema imunológico do bebê em concentrações ideais e está adaptado à imaturidade do seu sistema digestivo.
O aleitamento materno é ideal para a criança no seu primeiro ano de vida. Ele deve ser exclusivo (sem adição de água ou chás) até os primeiros seis meses de vida. No segundo semestre, o leite materno continua sendo importante, mas devem ser introduzidos progressivamente novos alimentos.
A alimentação ao seio fortalece o vínculo entre mãe e bebê, fornece todos os nutrientes em quantidades ideais ao bebê e garante a oferta de anticorpos naturais para a proteção contra doenças e infecções.
O aleitamento materno deve ser estimulado para todos os bebês, sempre respeitando a vontade, a disponibilidade e as condições maternas.
A mama é uma perfeita fábrica de produção de leite, com absoluto controle entre a demanda e a oferta, capaz de armazenar e secretar a quantidade de leite necessária para cada fase do aleitamento.
A secreção do leite obedece a um conjunto de fatores e reflexos que dependem da tríade mãe- bebê-ambiente. Logo após o parto acontece uma mudança extraordinária no padrão hormonal da mulher, diminuindo rapidamente os níveis de estrógeno e progesterona, acompanhando de uma elevação súbita nos níveis de prolactina e, posteriormente, a ocitocina.
O recém nascido deve receber leite materno, preferencialmente, até 3 horas após o parto para que o colostro seja aproveitado e garanta a transferência de imunoglobulinas presentes em grande quantidade nesse “primeiro leite”.
A composição do leite materno também varia de acordo com a evolução da amamentação.
Nos primeiros cinco dias após o parto acontece a produção do colostro, um leite de coloração amarelada, mais parecida com um soro, porém riquíssimo em proteínas e anticorpos que conferem imunização natural ao bebê. A partir do sexto ou sétimo dia o leite toma outra forma e composição sendo denominado leite de transição. A partir do décimo quinto dia esse leite pode ser considerado maduro, visto que a quantidade de proteínas, gorduras e açúcares apresentam-se em quantidades ideais para o crescimento e desenvolvimento do bebê.
Não existe leite fraco e a boa alimentação materna é o único fator que assegura uma produção adequada e suficiente de leite. Contrariando a crença de que a mãe que amamenta deve receber uma sobrecarga de alimentos, ela não deve exceder em quantidades, mas sim assegurar que suas demandas aumentadas, tanto em proteínas quanto em energia e em micronutrientes, sejam supridas por meio de uma alimentação completa, variada e equilibrada, não havendo a necessidade de receber suplementação ou alimentos considerados lactogogos outrora.
Basta relaxar, preparar-se para o momento e aproveitar ao máximo esse período de amor intenso e insubstituível!!!!

Um forte abraço à todas vocês, mulheres e mães!!
Débora Rosa.

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